A vacina foi desenvolvida contra o Papilomavírus Humano dos tipos 6, 11, 16 e 18, os maiores responsáveis pelo cancro do colo do útero, lesões cervicais pré-cancerígenas e lesões genitais externas.
A relação entre o infecção do Papilomavírus Humano e o cancro do colo do útero é mais forte do que a relação entre fumar e o cancro do pulmão.
Actualmente o rastreio é essencial para prevenir esta doença silenciosa, que normalmente não tem sintomas e só é detectada em fase avançada de desenvolvimento. Perdas de sangue entre as menstruações, dor durante o acto sexual e dor pélvica são alguns sinais de alerta.
Na fase de testes, a vacina Gardasil mostrou-se cem por cento eficaz na prevenção do cancro do colo do útero. Durante dois anos, seis mil mulheres dos 16 aos 23 anos receberam a vacina e outras seis mil um placebo (substância neutra). Nenhuma das mulheres a quem foi administrada a vacina apresentou cancro ou modificações pré-cancerosas do colo do útero, o que se verificou com 21 das voluntárias do segundo grupo.

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