| Uma pen cheia de saúde Numa pen USB é possível guardar radiografias, análises e receitas de uma vida inteira. O conceito acaba de estrear pelas mãos da Mobilwave Ainda tem guardados os raios X de há dois anos? E as análises e o boletim de vacinas sabe onde estão? O Processo Clínico Electrónico (EPCI) promete ajudá-lo nestas questões. Com uma condição: não pode ser um nostálgico das chapas de radiografia ou da letra de médico.Isto porque o EPCI é uma pen USB, com uma aplicação pré-instalada que guarda e organiza, em suporte digital, todos os documentos que acompanham a vida clínica de um indivíduo. A solução foi criada pela Mobilwave e acaba de ser lançada na versão de 1 GB. Em inglÊs tambÉm |
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O EPCI ao detalhe O software do EPCI foi desenvolvido em tecnologia .Net, da Microsoft. Pode ser utilizado em qualquer computador que tenha porta USB; dispensa a instalação de software no computador que fornece o acesso aos dados. Por enquanto, A Mobilwave inaugurou o conceito da "pen clínica" com uma versão de 1 GB de capacidade de armazenamento, que custa cerca de 40 euros. Futuramente, serão postos à venda modelos de 2 GB, 4 GB e 8 GB (este último terá um preço a rondar 130 euros). O EPCI permite armazenar fotos, vídeos, ecografias, electrocardiogramas, textos, gráficos, radiografias, digitalizações de resultados de análises, entre outros formatos de imagem e documentos que clínicas, laboratórios e hospitais costumam usar. Para quem se habituou aos computadores, a utilização do EPCI é intuitiva. O acesso é feito em três níveis: acesso geral para os dados de emergência, que dispensa a inserção de uma password; acesso para pessoal clínico, com uma password própria; e por fim, o acesso do proprietário, que tem a sua password e permite distribuir a informação visível nos três níveis de acesso. Por razões de confidencialidade dos dados e protecção antipirataria, o sistema não permite a cópia do software EPCI para o computador. |


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